Após a leitura cuidada deste texto retirado do livro (“Carvalho, Ana Amélia Amorim (2007). A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal. In F. Costa, H. Peralta & S. Viseu (orgs), As Tic na Educação em Portugal:Concepções e Práticas.. Porto: Porto Editora, 299-327.”) , ou melhor das páginas seleccionadas pela docente da disciplina de Tecnologia Educativa, Profª Drª Ana Amélia Amorim Carvalho, venho expor as conclusões que retirei do mesmo:
Este texto retrata a evolução das WebQuests e o seu reflexo na formação e investigação em Portugal.
A autora começa por referir que as WebQuests foram criadas há pouco mais de dez anos, sendo estruturadas para serem, preferencialmente, resolvidas em grupo e que as mesmas devem ser desafiantes, motivando o aluno a aprender ao longo dos cinco componentes que a integram: Introdução, Tarefa, Processo, Avaliação e Conclusão.
Realço do texto as vertentes que interligam na WebQuest: Pesquisa, Aprendizagem e Tecnologia.
De seguida, a autora realça a evolução dos componentes da WebQuest, em que se podem considerar três fases (Dodge propõe as componentes de cada WebQuest e sua evolução).
É explicado por Dodge a estrutura de cada WebQuest e o seu processo evolutivo e são explicitadas as partes constituintes de cada WebQuest com exemplos explicativos das várias hipóteses para as questões a colocar.
É igualmente referido pela autora que Dodge criou uma grelha para ajudar a melhorar o processo, que integra doze itens que reflectem o trabalho em grupo, os recursos e as orientações dadas em cada etapa.
No texto em estudo, é também apresentada uma proposta para a página inicial de uma WebQuest e explicadas todas as condições necessárias para a sua implementação.
Algumas considerações em torno da investigação
São apresentados vários estudos sobre a utilização de WebQuest.
Dividem em três itens:
a) O papel do professor durante a resolução da WebQuest:
É referido que o professor deve ajudar os alunos a serem responsáveis pelas suas decisões e ajudá-los a crescer de forma autónoma. É importante que o professor ajude os alunos a crescer e que lhes dê a oportunidade de aprenderem por si, tornando-se responsáveis pela sua aprendizagem e tomada de decisões.
b) O aluno: responsável, autónomo e crítico:
Neste ponto é referido que o aluno tem que organizar o grupo, dinamizar o trabalho colaborativo e negociar a construção do produto a apresentar. Salienta que é preciso tempo para os alunos se adaptarem a uma nova metodologia, tendo os mesmos que se libertarem da dependência do professor.
c) Importância de apresentar o trabalho à turma
Refere-se neste ponto que é importante que os alunos apresentem o seu trabalho à turma, uma vez ser aumentado o seu espírito crítico e as suas capacidades de exposição. É também realçado, a habituação à crítica, ficando assim mais atentos aos trabalhos apresentados e respectiva avaliação.
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